domingo, 11 de novembro de 2012

Educação

EDUCAÇÃO VEM DO BERÇO
Quando falamos em educação, vem à mente diferentes situações ou expressões comuns, tais como: “Educação vem do berço”. “Educação se aprende em casa”. Nesse caso, é bem provável que referimo-nos a bons modos de convivência, respeito e gratidão.

No entanto, é bom lembrar que, mesmo antes de nascer, ou seja, no ventre materno a nova vida já assimila o amor de seus genitores. E é no seio da família que o recém-nascido aprende a confiar, a ser feliz, a comunicar-se com movimentos, com chorinhos, birras e silêncio que expressam suas necessidades básicas. As atenções expressas em toques, palavras de carinho, canções, alimentação, higiene criam nele o conceito de amor e bondade.

A criança é parte da família e, ao mesmo tempo, continuadora de suas características genéticas, do sobrenome, dos seus costumes e tradições. É continuadora da educação recebida dos pais e transmitida com toques sempre novos para cada geração que surge. Não é tanto com palavras, mas pela observação e imitação das ações dos pais, que as crianças aprendem. O lar é a primeira, a mais significativa e a mais importante base da educação.

A escola, por sua vez, tem a missão de organizar, sistematizar e ampliar os conhecimentos que as crianças adquirem de diferentes fontes e formas. Colocar o filho na escola não pode significar transferir a responsabilidade da educação àquela instituição. Mas é nela que podemos observar a alegria das crianças quando têm seus aprendizados em família confirmados e ampliados pelos ensinamentos dos professores. Família e Escola devem somar forças, trabalhar juntas e colher os frutos dessa parceria. É um complementando o outro.

A Escola abre o caminho do aprendizado e da construção do conhecimento, mas os questionamentos, as descobertas acontecem muito mais na vivência livre de estruturas muito rígidas. A interação significativa com o mundo, carregado de amor e afeto, é a que mais contribui para criar um amplo e duradouro clima de aprendizado.
Quando as crianças e os jovens encontram um motivo, uma razão, e a alegria de aprender, seguem felizes, solidárias e buscam sempre novas formas de desvendar a beleza e o segredo da vida.

Ir. Zuleides M. de Andrade, ASCJ

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