Teológico Pastoral

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segunda-feira, 29 de maio de 2017

Retiro do Coração de Jesus


Retiro Mensal Junho 2017
(proposta: um dia de deserto)

“Deixar-se amar pelo Senhor com ternura...” (Papa Francisco)
Preparar na Capela o ícone do Coração de Jesus com velas.

Na véspera, assistir o filme https://youtu.be/9OEJ55RxwYE

Após o filme, diante do Ícone do Coração de Jesus, na capela, com apenas as velas acesas, contemplar, saborear as marcas do amor de Deus na própria vida.

Pode-se colocar uma música instrumental, para este momento.

Primeiro momento de oração: Texto: Dt 7, 6-11

Graça a ser pedida: “Deixar-se amar pelo Senhor com ternura é difícil, mas é o que se deve pedir a Deus”. (Papa Francisco)
Saborear o amor do Coração de Jesus, retomando as experiências afetivas, as manifestações concretas do amor d’Ele, por você.
Um amor que se manifesta mais nas obras, do que nas palavras e é, sobretudo, mais dar do que receber!
“O AMOR é Ternura! O Senhor nos ama com ternura. O Senhor conhece aquela bela ciência dos carinhos, a ternura. Não nos ama com as palavras. Ele se aproxima e nos dá o amor com ternura. Proximidade e ternura! E este é um amor forte, porque nos faz ver a fortaleza do amor de Deus. Mais difícil que amar a Deus é deixar-se amar por Ele. A maneira de retribuir tanto amor é abrir o coração e deixar-se amar”.
“Deixar que Ele se faça próximo a nós, deixar que ele nos acaricie. É tão difícil deixar-nos amar por Ele. Talvez seja isto o que devemos pedir, hoje: ‘Senhor, eu quero amá-Lo, mas me ensine a difícil ciência, o difícil hábito de deixar-nos amar, de senti-Lo próximo e terno!’. Que o Senhor no dê esta graça!” (Papa Francisco).

“O Senhor uniu-se a vós e vos escolheu» (Dt 7, 6-11).
  
Deus uniu-se a nós e escolheu-nos; e este vínculo é para sempre, não tanto porque nós somos fiéis, mas porque o Senhor é fiel e suporta as nossas infidelidades, as nossas morosidades e as nossas quedas.

Deus não tem medo de se vincular. Isto pode parecer-nos estranho: às vezes, nós chamamos a Deus «o Absoluto» que, literalmente, significa «desvinculado, independente, ilimitado», mas, na realidade, o nosso Pai é «absoluto» sempre e unicamente no amor: por amor faz aliança com Abraão, com Isaac, com Jacob, e assim por diante. Ama os vínculos, cria laços; ligações que libertam, não constrangem. (Textos extraído de reflexões do Papa Francisco)
Segundo Momento: Salmo 102 (103)

Com o Salmista podemos repetir: «O amor do Senhor é eterno»! Saborear as palavras ditas pelo Salmista, percorrendo o fio de ouro da própria existência.

Pedido de graça: Conceda-me Senhor a graça, de perceber e saborear as manifestações do teu amor por mim, para que eu possa ser testemunha do teu amor, com gestos concretos de vida!

Terceiro momento:  1ª Jo 4, 7-16

João, aqui, nos convida ao amor ágape; amor gratuito que só nos é possível com Jesus e por Jesus; e Nele, amar verdadeiramente!
Recordar Jo 21, 15: “Tu me amas mais que ...”
Pedido de graça: Senhor, concede-me a graça de levar aos irmãos um raio da ternura do Teu Coração.
Quarto momento: Mt 11, 25-30
Pedido de graça: Jesus, manso e humilde de Coração, faz o meu coração semelhante ao Teu.
O amor, a lealdade do Senhor, cantada pelo salmista, e citada nos textos acima, manifesta a humildade do Coração de Jesus. Ele não veio para as conquistas dos homens, para serem reis e poderosos deste mundo; mas, sim, para que ofereçam amor aos irmãos e irmãs, com mansidão e humildade. Eis como Ele mesmo se definia: «Aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração» (Mt 11, 29). E o sentido da festividade do Sagrado Coração de Jesus, que celebraremos, consiste em descobrir cada vez mais e em deixar-nos abraçar pela lealdade humilde da mansidão do amor de Cristo, Revelação da misericórdia do Pai. Nós podemos experimentar e saborear a ternura deste amor em cada fase da vida: no tempo da alegria e das tristezas, no tempo da saúde e da enfermidade e da doença. A lealdade de Deus ensina-nos a acolher a vida como acontecimento do seu amor e permite-nos testemunhar este amor aos irmãos num serviço humilde e manso.

No final do dia: Partilha orante, diante do ícone do Coração de Jesus. Após cada partilha, pode-se cantar um refrão ou estrofe de um canto, que esteja relacionado ao que foi partilhado.

Após a oração fazer um momento de convívio da comunidade.

Bom retiro a todas!




sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Retiro de Setembro

RETIRO MENSAL-SETEMBRO 2016


         Praticar a justiça, amar a misericórdia e caminhar com Deus” ( cf. Mq 6,8)
 “

“Sede misericordioso como o vosso Pai é misericordioso” (Lc 6,36). É um programa de vida tão desafiador como rico de alegria e paz. O imperativo de Jesus é dirigido a quantos ouvem a sua voz (cf. Lc 6, 27). Portanto, para sermos capazes de misericórdia, devemos primeiro pôr-nos à escuta da Palavra de Deus. Isso significa recuperar o valor do silêncio, para meditar a Palavra que nos é dirigida. Deste modo, é possível contemplar a misericórdia de Deus e assumi-la como estilo de vida. (Papa Francisco – MV. n.13).

Motivação do Retiro: A Igreja do Brasil nos propõe o estudo do livro do Profeta Miqueias, indicado para o Mês da Bíblia de 2016, com o tema: “Para que n’Ele nossos povos tenham vida”, e como lema: “ Praticar a justiça, amar a misericórdia e caminhar com Deus” (Mq 6, 8).
O profeta Miqueias tem uma sensibilidade muito especial. Ele denuncia as injustiças que ferem o Projeto de Deus para seu Povo. Ao mesmo tempo, ele fala do agir misericordioso de Deus que perdoa, livra do castigo e salva da miséria. Seus escritos mostram que a prática da justiça não está dissociada da misericórdia. O apelo a amar a misericórdia é um modo terno de o profeta convidar à experiência de reconhecer a face compassiva de Deus. Para caminhar com Deus é preciso disposição para aprender com ele a se aproximar do ser humano caído, da pessoa marginalizada e excluída, da pessoa abandonada e desacreditada. Essa mensagem converge para a celebração do Jubileu extraordinário da Misericórdia.

Canto – Ao Espírito Santo (à escolha)

Motivação - Queridas Irmãs, Deus é misericórdia, por isso, somos todas chamadas a sermos misericordiosas. Onde existem cristãos, todas as pessoas deveriam encontrar um oásis de misericórdia, como deseja o Papa Francisco neste Ano Jubilar da Misericórdia.

Leitor 1 - Para sermos capazes de misericórdia, antes de tudo precisamos escutar a Palavra de Deus. Na Sagrada Escritura, vemos o agir de Deus para com seu povo: libertando-o do Egito, fazendo aliança no Sinai, acompanhando-o pelo deserto e educando-o para o amor e a fidelidade. Deus não se limita a afirmar o seu amor misericordioso, mas torna-o visível e palpável na Pessoa de Seu Filho, Jesus.

Leitor 2 - A palavra do Profeta Miqueias quer ser uma força que infunde coragem para olhar o futuro com esperança. Ele nos revela a grandeza do agir divino, no qual sua bondade prevalece sobre o castigo e a destruição: “Eu, contudo, estou cheio de força, do espírito do Senhor, de direito e de coragem, para denunciar a Jacó o seu crime e a Israel o seu pecado” (Mq 3, 8).

Canto – Misericordioso é Deus, sempre, sempre eu cantarei (3x)

Oração: Senhor, ajudai-nos a ouvir com solicitude a Vossa Palavra, através do profeta Miqueias: “Foi-te anunciado o que é bom, e o que Deus exige de ti; nada mais que praticar a justiça, amar a misericórdia e caminhar humildemente com teu Deus”. Amém!

Palavra do Papa Francisco: “Para a Igreja, a opção pelos pobres é mais uma categoria teológica que cultural, sociológica, política ou filosófica. Deus ‘manifesta a sua misericórdia, antes de mais’, a eles... Somos chamados a descobrir Cristo neles: não só a emprestar-lhes a nossa voz nas suas causas, mas também a ser seus amigos, a escutá-los, a compreendê-los e a acolher a misteriosa sabedoria que Deus nos quer comunicar através deles... Unicamente a partir desta proximidade real e cordial é que podemos acompanhá-los adequadamente no seu caminho de libertação” (EG. 198-199).

Palavra da Madre: “... existe o apostolado da Palavra de Deus, que nos oferece os mais variados meios para levar os pecadores a ouvi-la. Será que nós estamos exercendo o apostolado junto às pessoas a quem estamos obrigadas a ajudar?”

Sugestão de textos:
Mq 7, 8 - 20
Lc 4, 14 - 30
Lc 10, 25 - 37
 Sl 146
Antologia Espiritual, pág. 46, MgI p. 8-89



Bom Retiro!

quinta-feira, 26 de junho de 2014

RETIRO ESPIRITUAL

Com alegria tirareis água
    das  fontes da salvação. "
                                  (Isaias 12, 3)
                          
O Coração de Jesus uma fonte
VOZ 1 - Este Coração divino è uma fonte inexaurível, da qual jorram ininterruptamente três rios: o primeiro é aquele da misericórdia pelos pecados levando a eles o espírito de penitência e de perdão. O segundo é o da caridade que jorra trazendo ajuda a todos os que se encontram em alguma necessidade, especialmente, àqueles que fazem um caminho de santidade: esses encontrarão a força para superar os obstáculos. O terceiro é aquele do amor e da luz para os amigos perfeitos que Ele deseja unir a si mesmo, comunicando a eles a sua sabedoria e os seus desejos, porque por um caminho ou por outro, se consagram totalmente à sua glória. Este Coração divino é um abismo de bondade, onde os pobres depositam suas necessidades; é um abismo de alegria, onde depositamos todas as nossas tristezas; é um abismo de humilhação para o nosso orgulho; um abismo de misericórdia para os infelizes; é um abismo de amor, onde devemos deixar todas as nossas misérias (Santa Margarina Maria de Alacoque - cfr Carta 2,33).

Carisma de Madre Clélia
VOZ 2 - O carisma de Madre Clélia tem sua origem no próprio Coração da Igreja que é o Coração de Cristo, transpassado pela lança, na Cruz, pela redenção do mundo, sinal de morte e de ressurreição, vivo e presente entre nós, no Sacramento da Eucaristia (Carisma e Missão, n 2).

 VOZ 3 - E’ para este Coração, sinal de amor e de redenção, fonte de salvação, que se dirige o olhar do homem, da mulher, de todo tempo e cultura, para atingir a fé que ilumina, a esperança que salva, a caridade que reúne as pessoas em uma só família e faz do Coração de Cristo, o coração do mundo.  (Carisma e Missão, n 4).

Reflexão com Papa Bento XVI
O lado traspassado do Redentor é a fonte para a qual nos envia a Encíclica Haurietis aquas:devemos haurir desta fonte para alcançar o conhecimento verdadeiro de Jesus Cristo e experimentar mais profundamente o seu amor. Poderíamos assim compreender melhor o que significa conhecerem Jesus Cristo o amor de Deus, experimentá-lo mantendo o olhar fixo n'Ele, até vivercompletamente do seu amor, para depois  poder testemunhá-lo aos outros. De fato, para retomar uma expressão do meu venerado Predecessor João Paulo II, "Junto ao Coração de Cristo, o coração humano aprende a conhecer o sentido verdadeiro e único da vida e do próprio destino, a compreender o valor de uma vida autenticamente cristã, a prevenir-se de certas perversões do coração, a unir o amor filial a Deus com o amor ao próximo. Assim é a verdadeira reparação exigida pelo Coração do Salvador sobre as ruínas acumuladas pelo ódio e pela violência, poderá ser edificada a civilização do Coração de Cristo".

Quem aceita o amor de Deus interiormente, é por ele plasmado. O amor de Deus experimentado é vivido pelo homem como um "chamado" ao qual ele deve responder. O olhar dirigido ao Senhor, que "tomou as nossas enfermidades e carregou as nossas dores" (Mt 8, 17), ajuda-nos a tornar-nos mais atentos ao sofrimento e às necessidades dos outros. A contemplação adorante do lado transpassado pela lança torna-nos sensíveis à vontade salvífica de Deus. Torna-nos capazes de nos confiarmos ao seu amor salvífico e misericordioso e ao mesmo tempo fortalece-nos no desejo de participar na sua obra de salvação tornando-nos seus instrumentos. Os dons recebidos do lado aberto, do qual saíram "sangue e água" (cf. Jo 19, 34), fazem com que a nossa vida seja também para os outros fonte da qual promanam "rios de água viva" (Jo 7, 38) (cf. Enc. Deus caritas est, 7). A experiência do amor haurida do culto do lado traspassado do Redentor protege-nos do perigo do fechamento em nós mesmos e torna-nos mais disponíveis para os outros. Nisto conhecemos o amor: Ele deu a sua vida por nós, portanto também nós devemos dar a vida pelos irmãos (1 Jo 3, 16) (cf. Enc Haurietis aquas, 38). (cfr  por ocasião do 50° aniversário da Encíclica Haurietis Aquas - 15 de maio de 2006).

Sugestões para Oração


Ø      Lineamenta – Apresentação do tema: “Com alegria tirareis água das fontes da salvação”  – página 6

Ø      Jo 19, 31-37 – O Coração transpassado é fonte de redenção


Ø      Jo 4, 1-42 – A Samaritana        - A proposta de Jesus a Samaritana suscita o desejo de beber “desta água” É o momento em que Jesus a remete para a sua situação de vida, que necessita de mudança, de transformação, de um sentido novo.

Ø       Lc 3, 21-22 – A experiência de ser Filho amado   - Acompanhe Jesus no Jordão. Permaneça com Jesus ao entrar na água do rio Jordão, deixando-se batizar. Com Jesus, mergulhe neste mistério do batismo, no qual o amor da Trindade  se revela e age.

Ø        Jo 15,1-11 – Permanecei no meu amor    - Visualize ou imagine uma videira que represente sua vida. À luz da fé, contemple, com carinho, a qualidade se sua “videira”. Veja se há ramos cortados, secos, brotos novos, ramos que necessita de cuidado especial, ramos murchos, etc. Perceba o quanto você permite que Deus tome conta de sua “videira”, faça a poda e trabalhe nela. Sem Jesus Cristo, sua vida permanece desligada do “tronco da videira”, que fornece espírito e vida.                                              




quinta-feira, 3 de maio de 2012

RETIRO - MAIO - 2012


TEMA:MARIA DE NAZARÉ

“Recorre  à tua querida Mãe, Maria; dize-lhe que queres amar o seu 
              Jesus,  e que queres amá-lo muito; pede-lhe que te empreste seu materno
coração, a fim de que,  com ele, tu possas amar Jesus sinceramente”
 (Madre Clélia)
   Somos, hoje, convidadas a entrar na “Escola de Maria” para no silêncio, olhar e escutar... O silêncio abre-nos interiormente ao Mistério, para contempla-lo e escutar a Palavra que procede dele.
   Maria viveu o silêncio que a esvaziou de si, para acolher a Palavra. Esvaziou-se de pensamentos, imagens e desejos.
   O profundo silêncio a absorve de tal forma que o seu corpo, o seu coração, o seu espírito, toda ela se converte em “terra sagrada” que acolhe e dá corpo a Palavra e dá à luz para as pessoas de boa vontade


1º. MOMENTO – Anjo: “alegra-te, Maria! Cheia de Graça! O Senhor é contigo!
Texto: Lc 1, 26-28
·        Deus é surpreendente
·        Nazaré representa o cotidiano de nossa vida
·        Uma jovem, virgem de coração aberto para o Espírito Santo. Prometida a José. Vida comum dos pobres.. Tem esperança! Tem confiança em Deus e ama seu povo
·        Ela tem atitude de escuta, de fé orante: fala Senhor que tua serva escuta.
·        Deus tem suas visitas surpresas, Ela se deixa sentir, se comunica de várias maneiras.
·        O anjo é o mensageiro de Deus
Fazer memória: Quais as mediações e mensagens de Deus na minha vida?
Quais os “anjos” da minha vida?

2º. MOMENTO – à luz do  “Sim”
Texto: Lc 1,26-38
Coloquemo-nos no lugar de Maria e escutemos, com os “ouvidos do coração”, as palavras de Gabriel. Acolhamos e contemplemos em nossos corações, deixando brotar a resposta...
Hoje, somos convidadas a viver a liberdade conquistada por Jesus, junto do Pai. Somos chamadas a participar desse Mistério, para nos tornarmos fecundas.
·        Somos chamadas a participar! Vejamos que o Anjo Gabriel participa do mistério da Encarnação: Alegra-te Cheia de graça!
·        O Senhor é contigo!... eis que você vai ficar grávida...
·        O Espírito Santo participa... “O Espírito Santo virá sobre ti...”
·        Maria participa, pronunciando seu “sim” na fé, na confiança em Deus, no amor total ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo.
·        Maria deixa-se fecundar pelo Espírito Santo, que gera a vida de Jesus em nós.
Com Maria renovemos nosso “sim” a missão que recebemos.

3º. MOMENTO -  Um encontro de mulheres felizes
Texto: Lc 1,39-56
Nesse momento, deixemo-nos imbuir pela alegria e felicidade de Maria e Izabel
Envolvamo-nos com o jeito de Maria e também com a experiência de Izabel. Maria é gratuita nessa visita.
Maria comunica a vida que traz e acalenta no coração. Izabel é receptiva à ação do Espírito Santo e capta a Vida do Salvador. Ele é fonte de grande alegria
Neste encontro, Maria reconhece que o autor da sua “graça” é o próprio Deus. Maria então canta o seu “Magnificat”
O que significa para nós o encontro entre Maria e Izabel?
Percebamos a possibilidade de vivermos hoje, a espiritualidade de comunhão (acolhida e partilha)
Compor e rezar o magnificat de nossa vida

Texto iluminativo – Caderno de Espiritualidade no. 7 pág. 32 “Maria de Nazaré”

Revisão da experiência do dia
·        Junto com Maria, modelo de pessoa aberta ao Espírito, façamos memória do nosso dia
·        Tomemos consciência da presença e da ação das pessoas e dos acontecimentos
·        Elevemos nosso coração a Deus, louvando e agradecendo pela nossa experiência de oração

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Retiro

RETIRO MENSAL
Onde está o semeador? 

Canto: Brisa suave
  
Reflexão:- Somos convidadas a acolher a Palavra de Deus e vivenciá-la com nosso testemunho no ambiente em que vivemos. Quando a Palavra é testemunha, torna-se visível a presença de Cristo em nossas atitudes, pois as sementes do Reino foram lançadas em nós. Percebendo claramente nossas reações no cotidiano, criamos condições para que a Palavra produza frutos em nossos corações.

Para produzir bons frutos preciso encontrar um coração que seja bom, que acolha a Palavra como uma semente. A semente porém pode cair num coração que não seja bom sufocando-a ou impedindo que ela cresça.

...O Evangelista Marcos nos conduz à descoberta da Palavra de Deus como “semente” que produz frutos e nos torna maduros na fé, capazes de confiar não obstante os insucessos. Jesus como o “Bom Semeador” sai a semear a sua Palavra e pede escuta: “Ouvi! Um semeador saiu a semear...”  A Igreja através de cada uma de nós, segundo o exemplo do Mestre, é chamada a dar fruto ao gesto generoso do Semeador, para que a Palavra possa atingir todos, Independentemente das atitudes de interesse ou desinteresse, de indiferença e de superficialidade dos destinatários.
A Parábola nos ensina que a Palavra de Deus tem um caráter gratuito e excedente, porque a graça da semeadura precede a disponibilidade ou indisponibilidade dos terrenos, isto nos mostra, mais uma vez, que o Reino de Deus é para todos e é sempre um DOM....(Circular –Ir. Miriam)

Canto: O Semeador- Junior)

Para Refletir:
1-    Qual a Palavra que Jesus semeou no terreno da minha Vida? E que percebo que está produzindo frutos?
2-    Quais sementes eu preciso que o Espírito Santo semeie em meu coração para que eu possa cultivá-la para a minha reevangelização pessoal?

Textos para reflexão:
Mc. 4, 3-20- Um Semeador saiu a semear
Is. 55, 8- 13 – Os meus caminhos estão acima dos caminhos de vocês...
Mc. 1,29-39- De madrugada ainda quando estava escuro Jesus levantou-se e foi rezar num lugar  deserto
1 Cor 9, 16–23 – Tudo isso eu faço por causa do Evangelho para me tornar particularmente  dEle

Bom Retiro!
Enviado por: Ir.Eurides Alves ASCJ

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Retiro do mês de Novembro



Tema: “Perfeição e Santificação, um plano eterno
              de Deus”
Canto: Espírito Santo

Para Madre Clélia, a santidade e a perfeição “consistem em uma obra íntima e escondida” realizada no interior da alma e na profundidade da consciência, na qual só Deus conhece realmente os esforços feitos e que se conquista com humildade e a docilidade à vontade de Deus.

O processo de santidade perfeição nos aproxima de Deus porque nos torna íntimos do Seu Coração na medida em que vamos nos familiarizando com o que está guardada no profundo de Sua mente.
 Santidade retrata relacionamento e intimidade. A pessoa santa é aquela guiada pelo Espírito  segundo a Palavra de Deus, revelada e encarnada por Jesus. O homem natural faz todas as coisas segundo seus propósitos e conveniências pessoais. O Homem santo é amigo de Deus e sabe o que faz porque conhece qual o desígnio de Deus para ele. “Vós sois meus amigos, se fizerdes o que vos mando. Já não vos chamo de servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor. Antes, tenho vos chamado de amigos, pois tudo o ouvi de meu Pai vos tenho dado a conhecer.”(Jo 15, 14-15)

Santidade é uma obra progressiva da parte de Deus e do homem que nos torna cada vez mais livres do pecado e semelhantes a Cristo em nossa vida presente. Como diz João Paulo II “A santidade é a essência mais íntima e escondida de Deus, os Santos, em todas as épocas da história fizeram resplandecer no mundo um reflexo da Luz de Deus; são testemunhas visíveis da santidade misteriosa da Igreja. Para conhecer em profundidade a Igreja é para eles que deveis olhar.

“Sede Santos como vosso Pai é Santo...”

Canto: ______________________

Textos para reflexão:

Jo. 6, 37-40- Todos os que o Pai me confia, virão a mim, e,  quando vierem, não os afastarei...
Ro. 5, 5-11-  O amor de Deus foi derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi
                     dado.
Jo 15, 1-15 – Permanecei em mim e eu permanecerei em vós...
Texto 3 Ant. Espiritual pág. 38 “Se invocares o Espírito Santo...”

Bom retiro com Jesus e todos Anjos e Santos

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

RETIRO ESPIRITUAL COM MADRE CLÉLIA


Reevangelizar a vida pessoal  e comunitária, de modo que seja sempre mais enraizada em Cristo e plasmada pelo Carisma de Madre Clélia, para irradiar o amor do Coração de Jesus nas diferentes culturas com a palavra e com o testemunho de uma vida alegre, para ser “ícone” credível da beleza de Deus
       Reevangelizar o coração, a oração e a escuta     

Clelia Merloni
“Além do templo material, no qual o Senhor quer  receber a homenagem das nossas orações, Jesus tem ainda outro templo espiritual, no qual quer ser honrado, e é o nosso coração ... Ele deve ser o santuário do Senhor. Nele devem ressoar seus louvores... e subir ao céu, como incenso perfumado, afetos fervorosos e contínuas orações.” (PM, n. 79).

“Doravante afasta de teu coração a tristeza, e serve o Sagrado Coração de Jesus com alegria...” (PM n. 14)

“Temos necessidade só de Deus, somente Ele conhece o segredo para confortar nosso coração abatido, e Nele somente encontraremos sempre o verdadeiro alívio para nossos males!” (PM n. 30).

“Tem cuidado de conservar a paz e a tranquilidade de teu coração. Deixa bramir e murmurar as ondas em torno de tua barca e não tenhas medo; pois ali está Deus e, por conseguinte, a salvação e a santidade” (PM n. 89).

“A voz de Deus requer de ti simplicidade, confiança e submissão. Recomenda-te ao espírito Santo; roga-lhe que encha teu pobre coração com sua divina graça. Jesus deseja que tu te humilhes e te tornes pequena, porque é aos humildes que Ele concede suas graças.” (PM n. 323).

“O abatimento não serve senão para enfraquecer as forças do espírito. A hera deixada por si só, não faz senão arrastar-se por terra; mas, unida a uma grande árvore, ergue-se aos mais altos cumes: imagem fiel da alma que caminha unida a Deus.”

Sugestão de textps – Cartas: Um coração nos ama no 2
no. 1 – O meu fim
no. 2 – A vida espiritual                                                             
no 3 – Peça ao Espírito Santo que lhe dê sabedoria
no 4 – Entre descalça nessa terra de solidão, porque é santa
Evangelho: - Mt 7, 21-27      - Mt 4,1-11   - Mt 17,1-9


quarta-feira, 19 de outubro de 2011

RETIRO DO MÊS DE OUTUBRO

Retiro:Tema: A Caridade de Cristo nos Impele a testemunhar

MOTIVAÇÃO: Atenta ao apelo de Cristo, toda Igreja é missionária, ou seja, tem o encargo de levar todos os povos ao conhecimento da vida e dos ensinamentos do Mestre Jesus. O maior anúncio, porém, é o de uma vida inteiramente dedicada à Ele aos irmãos assim como Cristo doou-se totalmente por amor aos homens.
A vida religiosa, enquanto tal, tem o dever de, por força da consagração, ser sinal da ação providente de Deus na história. Dessa missão, surge a necessidade uma profunda experiência de Deus para ver discernir os sinais dos tempos.



GRAÇA A PEDIR: Peça a graça de ser testemunha alegre diante dos homens no seguimento de Cristo.


Reflexão:  Madre Clélia desejou que, como os Apóstolos, suas filhas não tivessem outro objetivo a não ser “tornar Jesus conhecido e amado” (XIII Cap. Geral 19). Antes, porém, ressalta que “a comunidade é o primeiro lugar de missão” da Apóstola e que, nela, encontra forças e energias para realizar o apostolado (XIII Cap. Geral 87).

Segundo João Paulo II (VC 72), a vida religiosa será tanto mais apostólica quanto mais íntima for a sua dedicação ao Senhor Jesus, quanto mais fraterna for a sua forma comunitária de existência, quanto mais ardoroso for o seu empenho na missão específica do Instituto.” Desta forma, antes de realizar grandes obras, a comunidade é chamada a testemunhar a bondade e o amor de Deus refletida na comunhão entre irmãos que se reúnem para, em nome de Cristo, amar e servir. É chamada , também, a ser conteúdo de vida eterna para os irmãos.


REFLEXÃO PESSOAL


TEXTOS: Jo 20,19-23; Mc 16,12-20; PM 70, 348

COMPROMISSO: Testemunhar o Cristo vivo na comunidade e na missão que lhe foi confiada.
Preparado por Ir. Maria Rodrigues



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