segunda-feira, 29 de maio de 2017

Retiro do Coração de Jesus


Retiro Mensal Junho 2017
(proposta: um dia de deserto)

“Deixar-se amar pelo Senhor com ternura...” (Papa Francisco)
Preparar na Capela o ícone do Coração de Jesus com velas.

Na véspera, assistir o filme https://youtu.be/9OEJ55RxwYE

Após o filme, diante do Ícone do Coração de Jesus, na capela, com apenas as velas acesas, contemplar, saborear as marcas do amor de Deus na própria vida.

Pode-se colocar uma música instrumental, para este momento.

Primeiro momento de oração: Texto: Dt 7, 6-11

Graça a ser pedida: “Deixar-se amar pelo Senhor com ternura é difícil, mas é o que se deve pedir a Deus”. (Papa Francisco)
Saborear o amor do Coração de Jesus, retomando as experiências afetivas, as manifestações concretas do amor d’Ele, por você.
Um amor que se manifesta mais nas obras, do que nas palavras e é, sobretudo, mais dar do que receber!
“O AMOR é Ternura! O Senhor nos ama com ternura. O Senhor conhece aquela bela ciência dos carinhos, a ternura. Não nos ama com as palavras. Ele se aproxima e nos dá o amor com ternura. Proximidade e ternura! E este é um amor forte, porque nos faz ver a fortaleza do amor de Deus. Mais difícil que amar a Deus é deixar-se amar por Ele. A maneira de retribuir tanto amor é abrir o coração e deixar-se amar”.
“Deixar que Ele se faça próximo a nós, deixar que ele nos acaricie. É tão difícil deixar-nos amar por Ele. Talvez seja isto o que devemos pedir, hoje: ‘Senhor, eu quero amá-Lo, mas me ensine a difícil ciência, o difícil hábito de deixar-nos amar, de senti-Lo próximo e terno!’. Que o Senhor no dê esta graça!” (Papa Francisco).

“O Senhor uniu-se a vós e vos escolheu» (Dt 7, 6-11).
  
Deus uniu-se a nós e escolheu-nos; e este vínculo é para sempre, não tanto porque nós somos fiéis, mas porque o Senhor é fiel e suporta as nossas infidelidades, as nossas morosidades e as nossas quedas.

Deus não tem medo de se vincular. Isto pode parecer-nos estranho: às vezes, nós chamamos a Deus «o Absoluto» que, literalmente, significa «desvinculado, independente, ilimitado», mas, na realidade, o nosso Pai é «absoluto» sempre e unicamente no amor: por amor faz aliança com Abraão, com Isaac, com Jacob, e assim por diante. Ama os vínculos, cria laços; ligações que libertam, não constrangem. (Textos extraído de reflexões do Papa Francisco)
Segundo Momento: Salmo 102 (103)

Com o Salmista podemos repetir: «O amor do Senhor é eterno»! Saborear as palavras ditas pelo Salmista, percorrendo o fio de ouro da própria existência.

Pedido de graça: Conceda-me Senhor a graça, de perceber e saborear as manifestações do teu amor por mim, para que eu possa ser testemunha do teu amor, com gestos concretos de vida!

Terceiro momento:  1ª Jo 4, 7-16

João, aqui, nos convida ao amor ágape; amor gratuito que só nos é possível com Jesus e por Jesus; e Nele, amar verdadeiramente!
Recordar Jo 21, 15: “Tu me amas mais que ...”
Pedido de graça: Senhor, concede-me a graça de levar aos irmãos um raio da ternura do Teu Coração.
Quarto momento: Mt 11, 25-30
Pedido de graça: Jesus, manso e humilde de Coração, faz o meu coração semelhante ao Teu.
O amor, a lealdade do Senhor, cantada pelo salmista, e citada nos textos acima, manifesta a humildade do Coração de Jesus. Ele não veio para as conquistas dos homens, para serem reis e poderosos deste mundo; mas, sim, para que ofereçam amor aos irmãos e irmãs, com mansidão e humildade. Eis como Ele mesmo se definia: «Aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração» (Mt 11, 29). E o sentido da festividade do Sagrado Coração de Jesus, que celebraremos, consiste em descobrir cada vez mais e em deixar-nos abraçar pela lealdade humilde da mansidão do amor de Cristo, Revelação da misericórdia do Pai. Nós podemos experimentar e saborear a ternura deste amor em cada fase da vida: no tempo da alegria e das tristezas, no tempo da saúde e da enfermidade e da doença. A lealdade de Deus ensina-nos a acolher a vida como acontecimento do seu amor e permite-nos testemunhar este amor aos irmãos num serviço humilde e manso.

No final do dia: Partilha orante, diante do ícone do Coração de Jesus. Após cada partilha, pode-se cantar um refrão ou estrofe de um canto, que esteja relacionado ao que foi partilhado.

Após a oração fazer um momento de convívio da comunidade.

Bom retiro a todas!




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