quinta-feira, 25 de maio de 2017

INSTITUTO DAS APÓSTOLAS DO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS
NOVENA DE PENTECOSTES/2017
Tema Central: Os frutos do Espírito Santo na vida de Madre Clélia

Lembrete: os símbolos são opcionais. Você pode utilizar outros de acordo com a criatividade.
Símbolos utilizados todos os dias: água e o círio pascal

Introdução:
Canto: 
Dir.: O amor é um dom do Espírito que tudo penetra e tudo considera, diante de Deus. Quando alguém se deixa dominar por esse amor, vê e julga tudo com os olhos de Deus, ou melhor, da sua Sabedoria que sempre irá se preocupar mais com o que é divino, do que com aquilo que é deste mundo.
Todas: Vinde Espírito Santo, enchei os corações de vossos fiéis e acendei neles o fogo do vosso amor.
Dir.: Por este dom da Sabedoria, as almas santas de todos os tempos, chegaram às alturas da contemplação, vivendo mergulhadas em Deus, sempre mais conhecido e amado em suas perfeições.
Voz 1: No entanto, não podemos pensar que esse dom seja um privilégio exclusivo dos santos; pelo contrário, todos nós recebemos no Batismo, os dons do Espírito, e eles só esperam pela nossa colaboração através do amor a Deus, para nos elevarem à perfeição.
Voz 2: Foi o que nos ensinou São Paulo ao escrever: “Nós todos que refletimos, como num espelho, a glória do Senhor, somos transformados nessa mesma imagem, cada vez mais viva e luminosa” (2Cor 3,18).
Dir.: Dá-nos dos vossos dons e frutos. Permiti que sejamos canal da divina Caridade, templos da presença divina e mensageiras da harmonia e do amor.
Todas: Amém.
Escutemos a Palavra de Madre Clélia: PM  237  - Caridade
Canto:
Dir.: Vinde, Espírito da SABEDORIA, desprendei-nos das coisas da terra e infundi-nos o amor pelas coisas do céu.
Voz 1: Vinde, Espírito Santo, enchei os corações dos vossos fiéis e acendei neles o fogo do vosso amor.
Todos: Vinde renovai a face da terra.
Dir.: Peçamos ao Espírito Santo a sabedoria de viver sempre com Deus, em meio ao mundo que nos rodeia e tanto nos solicita, para que em nossa vida no dia a dia, busquemos sempre a glória de Deus e a salvação das almas.
Todas: Pai nosso...
Dir. Nós vos agradecemos Deus Todo-Poderoso e Misericordioso, por todos os benefícios que nos tendes concedido. Vós que viveis e reinais pelos séculos dos séculos.
Todas: Amém.
Canto final:




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NOVENA DE PENTECOSTES/2017
Tema Central: Os frutos do Espírito Santo na vida de Madre Clélia
Introdução:
Canto: 
Dir.: O Dom da Piedade é o dom de estar sempre aberto à vontade de Deus, procurando agir como Jesus agiria e identificando no próximo o rosto de Cristo. É o dom pelo qual o Espírito Santo nos dá o gosto de amar e servir a Deus com alegria. "O Reino de Deus não consiste em comida e bebida, mas é justiça, paz e alegria no Espírito Santo" (Rm 14,17).
Todos: Vinde Espírito Santo, enchei os corações de vossos fiéis e acendei neles o fogo do vosso amor.
Dir.: A primeira coisa que o Espírito Santo nos ajuda a fazer com o dom de piedade é ensinar-nos a orar, conversar de maneira íntima com Deus. São Paulo diz que nós não sabemos orar como convém, mas que o Espírito Santo intercede por nós e nos ajuda com suas inspirações inefáveis (Rm 8,26).
Voz 1: O dom da Piedade para com Deus é o dom que nos cura a dureza do coração e o abre à ternura; cria sentimentos de carinho filial e de confiança em Deus, a quem vemos como Pai providente e bom. É deste dom que o apóstolo diz: A prova de que sois filhos é que Deus enviou aos vossos corações o Espírito do seu Filho que clama “Abá”, Pai!
Voz 2: O Espírito Santo é o grande fruto da Paixão, Morte e Ressurreição de Cristo. Ao redimir-nos, Ele ganhou para nós o dom do Espírito Santo, o Espírito de Amor que inundava a sua alma e o fazia invocar seu Pai celestial com a palavra aramaica Abá (Pai, Papai, Paizinho).
Todos: Ó Deus, fonte de toda a piedade e santidade, derramai em nossas almas a graça e fazei com que tratemos convosco com a afeição dos filhos amados!
Canto:
Dir.: O Senhor também fala: Se não vos fizerdes como crianças, não entrareis no Reino dos Céus (Mt 18,3). As crianças não se complicam, sabem que são pequenas e caem; mas, depois de umas lágrimas, voltam a brincar porque sabem que são queridas e protegidas e confiam totalmente nos pais. Podemos experimentar isso exercitando a fé na Providência, compreendendo que nosso Pai nos acompanha, mesmo quando achamos que Deus nos abandonou.
Escutemos a Palavra de Madre Clélia: PM  370
Voz 1: Divino Espírito Santo, concedei-nos o dom de piedade para que experimentemos a alegria de viver como filhos e de nos sentirmos filhos queridos do Pai Poderoso que nos vê, ama escuta e nos acompanha em nossos passos!
Todos: Amém.
Voz 2: Pai nosso, que estais nos Céus e nos nossos corações, concedei-nos o dom de piedade que nos ajude a viver como seus filhos muito amados; a pensar e a corresponder ao vosso amor com carinho de filhos!
Todas: Pai nosso...
Dir. Nós vos agradecemos Deus Todo-Poderoso e Misericordioso, por todos os benefícios que nos tendes concedido. Vós que viveis e reinais pelos séculos dos séculos.
Todos: Amém.
Canto final:





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NOVENA DE PENTECOSTES/2017
Tema Central: Os frutos do Espírito Santo na vida de Madre Clélia
Introdução:
Canto:
Dir.: A palavra "entender" tem sua origem num termo latino que significa ler interiormente. Assim, já percebemos que o dom do Entendimento nos leva a penetrar as verdades sobrenaturais, lendo no mais íntimo dessas verdades, o que elas realmente nos querem transmitir. 
Todos:Vinde Espírito Santo, enchei os corações de vossos fiéis e acendei neles o fogo do vosso amor.
Voz 1: Ainda é de se observar, que o Dom do Entendimento não nos é dado para a compreensão daquilo que só diz respeito a este mundo. Para isso, Deus já nos deu a inteligência, o uso dos sentidos, etc.
Voz 2:  O Entendimento nos é dado como um auxílio para o conhecimento mais profundo de Deus e de tudo o que nos possa favorecer espiritualmente.
Todos: Vossa luz e graça nos façam alcançar tudo o que por bondade e misericórdia divina nos dais de presente, para que o nosso amor aumente e se aperfeiçoe sempre mais, para maior amor e glorificação à SANTÍSSIMA TRINDADE.
Dir.: Dá-nos dos vossos dons e frutos. Permiti que sejamos canal da divina Caridade, templos da presença divina e mensageiros da harmonia e do amor.
Todos: Amém.
Madre Clélia nos convida a vivenciar o fruto do Espírito Santo: a benevolência – PM. 45
Dir.: Deus, vinde em nosso auxílio.
Todos: Senhor, apressai-vos em socorrer-nos.
Dir.: Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo.
Todos: Como era no princípio, agora e sempre. Amém.
Canto:

Dir.: Vinde, Espírito de ENTENDIMENTO, iluminai a nossa mente com a luz da Eterna Verdade e enriquecei-a de puros e santos pensamentos.
Voz 1: Vinde, Espírito Santo, enchei os corações dos vossos fiéis e acendei neles o fogo do vosso amor.
Todos: Peçamos hoje ao Espírito Santo que nos faça compreender sempre que Deus é o único Amor digno de ser amado, a única Beleza que devemos desejar neste mundo; para que desprendidos de tudo, possamos viver apegados somente à riqueza infinita de Deus.
Todos: Pai nosso...
Dir. Nós vos agradecemos Deus Todo-Poderoso e Misericordioso, por todos os benefícios que nos tendes concedido. Vós que viveis e reinais pelos séculos dos séculos.
Todos: Amém.
Canto final:






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NOVENA DE PENTECOSTES/2017
Tema Central: Os frutos do Espírito Santo na vida de Madre Clélia

  
 Introdução:
Canto:
Dir.: É o Espírito Santo que nos comunica essa prudência fazendo-nos ver a vontade de Deus nas diversas situações, para que possamos agir com absoluta segurança e tranquilidade. É que o dom do Conselho nos ilumina muito mais do que a nossa inteligência, levando-nos a proceder, mesmo nos casos mais difíceis e confusos, com uma paz e firmeza que por nós mesmos, não poderíamos conseguir.
Todos: Vinde Espírito Santo, enchei os corações de vossos fiéis e acendei neles o fogo do vosso amor.
Voz 1: Precisamos no entanto, notar que quando praticada por nós, a própria prudência nunca será perfeita, devido às nossas falhas e imperfeições. Não somos anjos, mas seres humanos, de modo que até em nossas virtudes, aparece a marca da nossa imperfeição, através do egoísmo, da indecisão e da covardia.
Voz 2: Para suprir essa falha da nossa natureza é que Deus vem em nosso auxílio com o dom do Conselho, uma prudência superior e perfeita, que nos chega pelo Espírito Santo, presente em nós.
Dir.: Em cada situação, o Espírito de Conselho nos fará ver a decisão que devemos tomar, mostrando-nos com segurança, o que é mais perfeito e de acordo com a vontade de Deus.
Canto:
Dir.: Vinde, Espírito de BOM CONSELHO, fazei-nos dóceis às vossas santas aspirações e guiai-nos no caminho da salvação.
Escutemos a Palavra de Madre Clélia: PM 149
Dir.: Peçamos ao Espírito Santo, que nos faça conhecer a vontade de Deus, e nos leve a viver sempre de acordo com o que Ele espera de nós, para que o nosso orgulho não nos domine, fazendo-nos confiar apenas em nossa inteligência.
Todas: Pai nosso...
Dir. Ó Espírito Santificador, vinde iluminar a nossa inteligência, em meio às dúvidas e incertezas que nos cercam; e fortificai a nossa vontade, para que em todas as situações, saibamos proceder do modo mais perfeito e digno de Deus!
Todas: Amém.
 Canto final:





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Tema Central: Os frutos do Espírito Santo na vida de Madre Clélia


Itrodução:
Canto:
Dir.: Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.
Todos: Amém.
Dir.: Deus nos acompanha com seu amor e conhece muito bem a vida que vivemos com lutas e sacrifícios. Ele pode e quer ajudar a nossa fraqueza com a lembrança de uma recompensa eterna, com o exemplo de seu Filho humanado e, mais ainda, emprestando-nos a sua força, através do dom da FORTALEZA que o seu Espírito nos comunica.
Todos: Vinde Espírito Santo, enchei os corações de vossos fiéis e acendei neles o fogo do vosso amor.
Voz 1: Espírito Divino, de misericórdia infinita, peço-vos abrir o caminho da santidade, das graças divinas, da harmonia, do amor e da adoração à Santíssima Trindade, da bem-aventurança para nós aqui reunidos, para nossa comunidade, para todos aqueles que te invocam como também, para todos aqueles que desconhecem e não creem na tua existência divina.
Voz 2: Paulo, o apóstolo, conhecia bem a sua fraqueza diante de um apostolado difícil: "Tudo posso n'Aquele que me dá força" (Fl 4,13). Mas, Paulo nunca desanimou. Com incrível coragem soube enfrentar o cansaço das viagens, as calúnias, a fome, o abandono, porque contava com a força de Deus. Era a Fortaleza que ele recebia do Espírito Santificador para uma missão que, com as próprias forças, jamais poderia realizar.

Escutemos a Palavra de Madre Clélia: PM 146

Dir.: Peçamos hoje ao Espírito Santo esse dom da Fortaleza, que nos anime e conforte em todas as dificuldades, principalmente, no esforço contínuo pela nossa santificação, e para que sejamos, aos olhos do mundo, um exemplo de fé e confiança em Deus.

Canto:

Dir.: Vinde, Espírito de FORTALEZA, dai-nos a força, a constância e a vitória nas batalhas contra nossos inimigos espirituais e corporais.
Todas: Pai nosso...
Dir. Ó Espírito Santo, luz e fortaleza nossa, fazei-nos ver em nossos sacrifícios e sofrimentos, a fonte de nossos méritos diante do Pai! E que a vossa força nos anime sempre, para não perdermos a confiança no Amor infinito que nos quer recompensar um dia, na sua glória eterna.
Todos: Amém.
 Canto final




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Tema Central: Os frutos do Espírito Santo na vida de Madre Clélia






Introdução:
Canto:
 Dir.: O dom da Ciência nos faz ver Deus em tudo o que existe, levando-nos através das coisas criadas, ao conhecimento e ao amor d'Aquele que as criou. Assim, fazemos de tudo, um degrau a mais, para buscar e amar sempre com maior perfeição.

Voz 1: Os santos sabiam que o caminho para a vida eterna é estreito, cheio de renúncias e sacrifícios. O Espírito, porém, lhes havia dado aquela Ciência superior, com o qual souberam encontrar-se com o Pai em todos os sofrimentos.
Voz 2: E, com Deus, eles tudo puderam vencer. Sejam eles nossos modelos e mestres, ensinando-nos a viver acima deste mundo, enquanto usamos de tudo como meio de nos aproximar sempre mais de Deus.
Voz 3: Encontrarmo-nos com Deus a todo momento e reconhecê-lo em tudo o que fazemos em nossa vida, é a esse ponto que devemos chegar pelo dom da Ciência que o Espírito nos comunica.
Voz 1: Essa convivência com Deus, presente em nossos pensamentos, ocupações, e até em nossos sacrifícios de cada dia, transformará de tal modo a nossa vida, que nós nos sentiremos num mundo diferente, mais iluminado, mais seguro e tranquilo de harmonia e de amor.
Todos: Amém.

Dir.: Na certeza de que Deus está conosco, desprendidos de tudo o que o mundo nos poderia oferecer, poderemos viver como os santos, antecipando neste mundo, a nossa eternidade.
Com atenção ouviremos a Palavra de Madre Clélia: PM. 164
Canto:
Dir.: Vinde, Espírito de CIÊNCIA, sede o Mestre de nossas almas e ajudai-nos a praticar vossos santos ensinamentos.
Voz 2: Peçamos agora, ao Espírito Santo esse dom da Ciência, para que nos faça ver a grandeza de Deus em toda a obra da natureza, bem como, a bondade do Pai em todas as situações de nossa vida e para que não nos deixemos escravizar pelo apego aos bens deste mundo.
 Todas: Ó Maria, que por obra do Espírito Santo, concebestes o Salvador, rogai por nós.
Todas: Pai nosso...
Dir. Senhor, que o vosso Espírito, presente em nós, ponha em nossa vida o dom da Ciência, para que, através das coisas criadas, cheguemos a conhecer sempre mais a vossa glória, e a amar, com todas as forças, o vosso amor de Pai.
Todos: Amém.




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NOVENA DE PENTECOSTES/2017

Tema Central: Os frutos do Espírito Santo na vida de Madre Clélia





Introdução:
Canto:
Dir.: O dom do TEMOR só pode nascer do nosso amor ao Pai, no qual encontramos o Bem supremo, a bondade infinita. Porque o amamos, e só por isso, tememos perder esse Amor perfeitíssimo, no qual gozamos já neste mundo, uma quase antecipação da nossa felicidade eterna. Não se trata de um temor servil, mas de um temor filial, feito de amor e confiança, diante de um Pai que não queremos perder.
Todos: Vinde Espírito Santo, enchei os corações de vossos fiéis e acendei neles o fogo do vosso amor.
Voz 1: Por esse temor filial chegamos a uma atitude de profunda humildade diante do Pai. É que toda a nossa sabedoria deve começar por aí: reconhecer o nosso nada ante a infinita grandeza de Deus. E que Deus nos ame com um amor infinito, que Ele perdoe nossas culpas, e nos queira eternamente na sua glória, só mesmo sendo Ele Pai. Quem poderia pensar em perder esse Pai? Esse temor de perdermos o amor com que Deus nos ama, aí está o dom que o Espírito nos comunica.
Voz 2: Vamos pedir ao Espírito Santo que ponha em nossa vida esse dom do Temor, para que nos faça evitar todas as faltas voluntárias e nos leve a desejar sinceramente, a amizade com o Pai.
Todos: Precisamos ter o cuidado que tiveram os santos diante dos bens deste mundo: eles louvavam e agradeciam a Deus por tudo, mas não se prendiam a nada.
Madre Clélia nos convida a viver a Humildade: PM 174
Canto:
Voz 3: Vinde, Espírito do SANTO TEMOR DE DEUS, reinai em nossa vontade e fazei que estejamos sempre dispostos a antes sofrer e morrer que Vos ofender.
Todos: Ó Maria, que por obra do Espírito Santo, concebestes o Salvador, rogai por nós.
Todas: Pai nosso...
Dir. Ó Espírito Santificador presente em todos nós, guardai-nos de todo mal e livrai-nos de qualquer falta que nos possa levar para longe do Pai! Com Ele queremos viver neste mundo, até que, um dia, seja Ele a nossa Riqueza definitiva, na glória eterna que o seu amor nos preparou.
Todos: Amém.
 Canto final:




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Tema Central: Os frutos do Espírito Santo na vida de Madre Clélia






Introdução:
Canto:
 Dir.: Queridas irmãs, "Não sabeis que sois templos do Espírito de Deus, e que o Espírito de Deus habita em vós?" Assim perguntava o Apóstolo Paulo aos cristãos de Corinto (1Cor 3,16). E ele o fazia com certa dose de espanto e admiração, pois o Apóstolo não podia compreender como uma verdade tão consoladora fosse ignorada por seus catequizados.
Voz 1: Foi pelo Batismo que começamos a ser templos de Deus, pela presença da graça divina em nós. Diz o Apóstolo: "O amor de Deus foi derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado" (Rm 5,5).
Voz 2: Quando? De modo especial quando recebemos o Batismo. Essa é a amorosa presença de Deus em nós, já que Deus é o Amor (1Jo 4,8). E que Amor! Eterno, infinito, perfeitíssimo.
Ouviremos com muito carinho a Palavra de Madre Clélia: PM 237
Voz 3: Se o amor existe em nós, é porque nós o recebemos de Deus! É algo sagrado, que está exigindo todo o nosso respeito. E, somente saberemos respeitar o amor, se o soubermos empregar de acordo com Deus, isto é, amando ao Pai e aos nossos irmãos. Todo amor que não tiver essa direção será apenas egoísmo, já que não corresponde ao amor que Deus colocou em cada um de nós.
Dir.: Vinde, Espírito Santo, fazei-nos viver no vosso amor, para que amemos aos nossos semelhantes com o mesmo amor com que amamos a Deus.
Todos: Ó Maria, que por obra do Espírito Santo concebestes o Salvador, rogai por nós.

Todos: Pai nosso...

Dir.: Amor infinito, com o qual o Pai nos ama, ó Espírito Santo, fazei-nos compreender a sublime grandeza desse dom do amor que recebemos de Deus! Somente assim, saberemos amar ao Pai e a nossos irmãos com pureza e santidade.
Todos: Amém.





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NOVENA DE PENTECOSTES/2017

Tema Central: Os frutos do Espírito Santo na vida de Madre Clélia





Introdução:
Canto:
Dir.: Irmãs, Santo Agostinho afirma que a fé não é para os orgulhosos, mas para os simples e humildes de coração. A fé nos apresenta verdades que não podemos penetrar nem compreender, e que apesar disso, devemos aceitar.
Voz 1: Ora, o orgulhoso é por demais apegado à própria inteligência, que ele coloca sempre acima de tudo e de todos. Acha que só deve aceitar, quando sua inteligência compreende e aprova.
Voz 2: Mas, acontece que Deus não pode humilhar-se diante do orgulho do homem, pedindo-lhe licença para ensinar somente o que ele aprova e entende. Por isso, o indivíduo simples e humilde não só aceita o que Deus lhe revela mas, sabe ainda, mostrar-se agradecido por receber do Pai, o conhecimento de uma verdade que jamais poderia alcançar.
Voz 3: Pelo Batismo nós recebemos de Deus esse dom da fé. Porém, nos foi dado qual uma sementinha que precisamos cuidar, para que germine, cresça e apresente os seus frutos; e estes deverão aparecer em nossa vida de cada dia, pois, uma fé sem as obras, não tem valor algum.

Madre Clélia nos fala: PM 156
Dir.: Quando o apóstolo Pedro confessou a divindade de Cristo dizendo: "Tu és o Filho de Deus vivo", o Mestre lhe fez esta observação: "Feliz de ti, Pedro, porque esta verdade não te foi revelada pela carne nem pelo sangue (isto é: pela inteligência), mas pelo Pai que está nos céus" (Mt 16,17).
Canto:
Todos: Ó Maria, que por obra do Espírito Santo concebestes o Salvador, rogai por nós.
Todos: Pai nosso...
Voz 1: Ó Deus eterno, Espírito de amor infinito, vinde iluminar a nossa vida com a vossa presença, para que, em tudo, sejamos dirigidos pelo amor ao Pai e aos nossos irmãos!
Todos: Amém.
 Dir.: Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo!
Todos: Como era no princípio, agora e sempre. Amém.
Canto final:


segunda-feira, 22 de maio de 2017

Ascenção do Senhor - 2017

ASCENSÃO: subir à Galiléia, descer em direção ao vasto mundo

“Os onze discípulos foram para a Galiléia, ao monte que Jesus lhes tinha indicado” (Mt 28,16)

Hoje culmina o tempo de páscoa com a celebração da festa da Ascensão de Jesus. “Ressurreição”, “Ascensão”, “sentar-se à direita de Deus”, “envio do Espírito Santo”, são todas realidades pascais; constituem um só “mistério” que está fora do alcance dos sentidos e do nosso conhecimento.
O mistério pascal é tão rico que não podemos abarcá-lo com uma única imagem; por isso temos que des-dobrá-lo para ir aprofundando calmamente e expressá-lo no nosso modo de viver o seguimento de Jesus.
Os três dias para a Ressurreição, os quarenta dias para a Ascensão, os cinquenta dias para a vinda do Espírito Santo, não são tempos cronológicos, mas teológicos. Eles nos revelam a maneira de ser de Deus, não o tempo em que Ele atua.
A Ascensão nos faz refletir sobre um aspecto do mistério pascal. Trata-se de descobrir que a posse da Vida por parte de Jesus é total. Participa da mesma Vida de Deus e, portanto, está no mais alto do “céu”.

Segundo o relato de Mateus, indicado para a festa deste ano, não há ascensão propriamente dita, mas reve-lação e presença do Senhor Jesus na Montanha da Galiléia, com sua palavra, sua presença e seu envio missionário.
Esta eleição da Galiléia é muito provocativa. Galiléia remete à vida histórica de Jesus . No centro da Galiléia se eleva a montanha da nova e definitiva revelação de Deus em Jesus Cristo; essa montanha é coração e centro permanente da terra.
O evangelista Mateus quer ressaltar que a Judéia (Jerusalém) havia rejeitado Jesus e já não era o lugar onde alguém devia encontrar-se com o Ressuscitado.
Jesus não ressuscita nem triunfa em Jerusalém, mas na “montanha da Galiléia”, ou seja, naqueles que foram os lugares e paisagens de sua vida. Jesus foi a Jerusalém para dar testemunho e manter seu projeto, sendo ali assassinado. Por isso, o evangelho não pode começar em Jerusalém, com seu templo, sacerdotes, soldados, mas na Galiléia, o lugar das pessoas que sofrem e que são excluídas, que buscam e escutam a Palavra.
Galiléia significa a terra da história de Jesus: ali sua palavra é escutada, ali sua mensagem é vivida.
Mas, ao mesmo tempo, Galiléia aparece nesta passagem como ponto de partida de um caminho que deve dirigir-se ao conjunto dos povos. Assim, desde a obscura província de Jesus, se expandirá um caminho salvador universal que está fundado na experiência de sua Páscoa.

"Aquele que desceu é o mesmo que subiu acima dos céus para plenificar o universo com sua presença". (Ef 4, 10)
A citação de S. Paulo vem desfazer uma certa tendência a considerar  Jesus na Ascensão como alguém que partiu, que nos deixou, que está mais acima, “no céu”, enquanto que nós ficamos aqui “gemendo e chorando neste vale de lágrimas”. Não é assim. Não podemos continuar pensando em um Jesus subindo fisicamente para além das nuvens.
Para poder entender a festa da Ascensão, devemos voltar ao tema central da Páscoa. Estamos celebrando a Vida, essa Vida que não está sujeita ao tempo e ao espaço, que é plenitude, eterna e imutável.
Jesus não vai a nenhum lugar, senão que permanece com os seus (“estarei convosco todos os dias, até o fim do mundo”). Isso significa que Ele ressuscita e atua em seus amigos e amigas, naqueles que vivem e espalham, com suas vidas, a Grande Mensagem de vida.
Na Ascensão, Jesus nem partiu nem se ausentou; não nos deixou órfãos nem solitários. Ele permanece para sempre entre nós pelo seu Espírito Santo: no céu, na terra e em todo lugar. E principalmente conosco e em cada um de nós; não só está ao nosso lado, mas também dentro de nós, “fazendo morada em nós”.
Recordemos as experiências das Aparições do Ressuscitado, onde Jesus foi nos ensinando como nos encontrar com Ele e a estar com Ele: na “Palavra”, na “fração do pão”, na “Eucaristia”, compartilhando nossa vida, como pão de vida para os outros, no “perdão salvador”, no “serviço”, nos “sacramentos”, no “próximo”, na “missão evangelizadora e apostólica”, na “construção do Reino”, no mundo e na realidade social na qual vivemos, praticando a fraternidade e justiça social, segundo “os sinais dos tempos”, etc.

Na Ascensão, não se trata tanto de “vir e regressar”. Os espaços não existem para Deus. Trata-se de dife-rentes modos de presença. Mais que “subida” e afastamento, a Ascensão de Jesus é “descida e presen-ça”. Sua presença expansiva alcança uma profundidade e uma longitude que sua presença física não pude-ra alcançar. Assim podemos encontrá-Lo em todos os lugares e em todas as pessoas.

Jesus desce com os seus da montanha do evangelho para estender entre todos os povos sua presença. Está com os seus, neles, com eles... Esta é sua Ascensão, sua grande “descida”.
Ele não permanece na Montanha para construir ali uma pirâmide ou templo, uma grande corte pascal, mas para reunir os seus e enviá-los, e descer/estar com eles em todo o mundo.
Estes “onze” da Ascensão são (somos) todos, homens e mulheres na Montanha do Evangelho, para começar de novo, desde a periferia do mundo, como humanidade nova, como grupo, unidos no amor, todos e todas formando a grande comunidade da nova montanha da vida.
A tarefa fundamental que Ele nos confia é clara: “fazer discípulos” seus todos os povos. Não se trata de ensinar doutrinas, nem ritos, nem normas morais, mas de ativar em todos uma maneira alternativa de viver, centrada no modo de proceder do próprio Jesus, ou seja, trabalhar para que no mundo haja homens e mulheres que vivam como discípulos e discípulas d’Ele, seguidores(as) que aprendam a viver como Ele; que o acolham como Mestre e não deixem nunca de aprender a ser livres, justos, solidários, construtores de um mundo mais humano.

 “Homens da Galiléia, porque ficais aqui parados, olhando para o céu” (At 1,11)
É como se dissesse: “olhem a terra e todas as pessoas, vejam suas lágrimas e angústias”, assumam tudo como algo próprio dos discípulos e discípulas de Jesus; ocupem-se em transformar toda a realidade com os valores do Reino, inspirem homens e mulheres a serem presença do amor e da justiça junto àqueles que mais sofrem, despertem a vida atrofiada e escondida naqueles que perderam o sentido de sua existência, prolonguem em suas vidas aquela presença original de Jesus... 
De fato, Ascensão significa o início da missão da nova comunidade ressuscitada.
Na Ascensão, enquanto Jesus “sobe” ao Pai, nós “descemos”  à realidade para transformá-la, tornando presente o Reino. Quando amamos, cuidamos, servimos... também nos elevamos. E o que nos eleva está em nosso interior: nós nos elevamos à medida que descemos em direção à humanidade.
Como Jesus, a única maneira de alcançar a meta é descendo até o mais fundo. Aquele que mais “desceu”, é também Aquele que mais alto “subiu”.
Muitas vezes preferimos seguir um Jesus no “céu”, distante, glorificado, a quem rendemos honras. Descobri-Lo dentro de nós mesmos, nos outros e no mundo é demasiado exigente e comprometedor. Muito mais cômodo é continuar “olhando para o céu...” e não nos sentir implicados naquilo que está acontecendo ao nosso redor.

Texto bíblicoMt 28,16-20

Na oração: No seguimento de Jesus vivemos em estado de constante as-
                      censão. Ascendemos na medida em que “descemos” e nos fa-zemos presentes na realidade cotidiana, através do serviço, do compromisso.
O Ressuscitado nos espera na vida cotidiana (nossa Galiléia) quando vivemos a partir do amor e da doação.
- faça “memória” dos lugares e situações que que você vive experiências de ascensão.





segunda-feira, 15 de maio de 2017

5o. Domingo da Páscoa - 2017

VIVER COMO RESSUSCITADOS: encontrar-se na própria casa

 “Vou preparar um lugar para vós..., a fim de que onde eu estiver estejais também vós” (Jo. 14,3)

O evangelho deste domingo, tomado de João, não descreve uma aparição do Ressuscitado, mas é o mes-mo Ressuscitado que se apresenta e fala para a comunidade dos seus seguidores.
Trata-se de um texto pós-pascal, pois à medida que vamos entrando no texto caímos na conta que Aquele que fala é o Vivente. A sua voz não é aquela de um morto que apareceu, mas a Voz da Vida.
O contexto deste evangelho é o discurso de despedida de Jesus na Última Ceia. Nos versículos anteriores, Ele havia anunciado a traição de Judas, a negação de Pedro, o anúncio da partida. Tudo isso deixou os discípulos desconcertados, abatidos e com medo.
Jesus sente a tristeza e a perturbação dos seus discípulos; esquecendo-se de si mesmo e do que lhe espera, dirige-lhes palavras para animá-los na esperança, fortalecê-los no meio da angústia, devolver-lhes o horizonte de vida.
E uma das imagens que Jesus usa para pacificá-los é a da “morada” ou “estâncias” no coração do Pai; imagem que pode oferecer o sentimento de proteção e acolhimento.
Uma morada significa muito mais que uma presença. Uma pessoa pode estar presente em seu local de trabalho, na rua..., mas a morada, a habitação ela a tem em sua casa. E Deus quis ter uma morada e uma habitação em nosso interior. Somos sua casa!

Na casa do Pai há muitas moradas”; há lugar para todos, talvez de formas diferentes, por caminos diversos, mas há lugar abundante. A casa de Deus é ampla, é a casa de todos os seres humanos, casa de reconciliação e justiça, aberta antes de tudo para aqueles que foram e são oprimidos. Aqueles que não cabem na casa deste mundo (os que foram expulsos de suas casas) podem entrar na casa da Vida de Jesus.
Jesus Cristo, durante seu ministério, construiu com suas palavras uma morada para as pessoas, na qual estas se sentiram seguras. Ele falou de tal forma que as pessoas encontraram harmonia consigo mesmas. E elas tinham o sentimento de poder habitar em suas palavras, e por meio de suas palavras, encontrar uma pátria n’Ele.
De fato, o ser humano sempre aspirou viver em um espaço onde pudesse se sentir seguro, em paz; um espaço humanizador que lhe permitisse ativar todas as suas potencialidades de vida e deixasse transpare-cer a própria identidade; um espaço onde pudesse se “sentir em casa”.
É da nossa condição humana buscar um espaço, um lugar hospitaleiro e acolhedor, o lugar onde nos situamos no mundo e onde podemos ser encontrados; esse espaço nos ajuda a fazer contato com nossas “moradas interiores”: lugar de intimidade com Deus, espaço de contemplação, ambiente de discernimen-to e construção de decisões.
Nesse sentido, a morada interior já é antecipação da nossa morada eterna, no coração do Pai.

Um dos dramas vivido pelo ser humano no atual contexto social pós-moderno é que ele perdeu não somente seu lar exterior, mas também se afastou de sua morada interior. Comprovamos hoje um “déficit de interioridade”. As pessoas perderam o caminho da direção do seu coração; vivem fora de si mesmas e não conseguem colocar as grandes perguntas existenciais: “de onde venho? Quem sou? Para onde vou?...”. Elas já não sabem mais quem são.
Muitas já não conseguem mais recolher-se e voltar para “dentro de sua morada” para recuperar o centro gravitacional de suas vidas, o ponto de equilíbrio interior; já não são capazes de velejar nas águas da interioridade, passando a viver uma vida superficial e sem sentido. Elas se percebem sem o sentimento de acolhida e proteção, pois perderam seu sentido de pertença, além de não mais saberem o que as sustenta. Não sabem mais onde poderão encontrar segurança e acolhimento.

O que é “estar em casa” para nós hoje, num mundo estranho e em constante mutação? O que significa “morada” para nós atualmente? Que tipo de sentimento está conectado a ela? Onde nos sentimos de verdade em casa?
“A infelicidade do ser humano moderno consiste em que ele não é mais capaz de permanecer em sua cela” (Pascal). “O ser humano só está em casa no mistério de Deus” (Clemenz Schmeing).
Nas palavras de Jesus na Última Ceia, Ele deixa transparecer que, só quando cremos que o mistério de Deus habita em nós, é que podemos nos sentir em casa; só podemos permanecer em nós mesmos porque o próprio Deus já está em nós e nos mantém. Nós podemos fazer morada em nós, porque Deus mesmo já fez morada em nós.
Nossa morada interior é o espaço no qual Deus mesmo habita em nós. Ali, nós somos plenamente nós mesmos, salvos e íntegros. Verdadeiramente em casa. Nós precisamos apenas olhar para dentro. O céu está em nós e ali, no céu interior, está a verdadeira pátria que ninguém pode nos roubar ou pode destruir.
E ali, as nossas próprias preocupações e temores não tem nenhum acesso. Ninguém pode nos ferir ali.

Aspiramos um espaço onde possamos ser nós mesmos. Espaço no qual podemos entrar em contato com algo que nos plenifica e nos expande. Vivemos das forças e da energia que emanam da nossa casa interior. Desejamos encontrar-nos conosco mesmos, desenvolver nossas possibilidades, descobrir e clarificar nossa identidade. O sentimento de ser totalmente nós mesmos nos dá a sensação de ter encontrado o suporte numa torrente de vida e de amor. Desse modo, em meio às incertezas deste mundo, podemos experimen-tar um ambiente de tranquilidade e de acolhimento.
Num mundo de muita superficialidade, onde a imposição do imediato, da rapidez, da produtividade e da eficácia se apresentam como deveres imperiosos, somos chamados, como seguidores(as) de Jesus, a “ser pessoas de interioridade”. Diante da “cultura líquida” na qual vivemos, é urgente gerar espaços que facilitem reabrir as vias da interioridade, possibilitar o retorno à “morada interior”, onde é gestada a nossa identidade e as nossas opções mais sólidas.
Precisamos, sob a ação da Graça, destravar nossa “morada viva e sempre inédita”, de tal maneira que dali brote a novidade que tudo renova e dá sentido à nossa existência.

Texto bíblicoJo 14,1-12

Na oração: Existe uma crise de moradia muito mais grave que a falta
                    de casas: é a escassez de pessoas interiormente acolhedo-ras e disponíveis para seus irmãos.
Casa: lugar do lava-pés, do mandamento novo; lugar da Ressurreição e Pentecostes.
           Lugar do encontro com o Senhor; Ele vem. Sua presença causa mudança.
           Deixe ressoar a voz do Senhor: “Eu quero, em tua casa, celebrar a Minha Ceia!”.

Como me sinto em minha casa? Preciso abri-la, arejá-la? Modificá-la? Iluminá-la?
                                                           É acolhedora? Humanizadora?...






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